Semana de 03/07/2017 a 09/07/2017

03/07 18:00
Segunda edição do ciclo de debates "Cultura, Arte e Política", discutindo "Mídias Autônomas e Ativismo".
06/07 19:00
Arraiá da liberdade, na sede do PSOL, com o sanfoneiro Joãozinho de Irauçuba.
07/07 14:00
Fiquemos atentos! A Lei de Agrotóxicos do Ceará nº 12.228/1993 está em revisão. O alerta para a população cearense é que a nova proposta de lei apresentada pelo governo do Estado traz uma série de retrocessos em relação à fiscalização, controle e monitoramento da produção e uso dos venenos. Os agrotóxicos causam uma série de impactos muito graves, como a contaminação dos solos, das águas e do ar, riscos para a saúde de trabalhadoras e trabalhadores do campo expostos aos venenos e para a população como um todo, através do consumo de alimentos contaminados.   Segundo os órgãos estatais, a minuta está sob discussão há mais de cinco anos. Entretanto, a sociedade civil organizada apenas tomou conhecimento deste projeto em 2015. Neste ano, o debate sobre o texto foi realizado no âmbito do Fórum Cearense de Combate aos Impactos do Uso de Agrotóxicos (FCCA), composto por diversos órgãos públicos, universidades, setores do agronegócio e uma parcela da sociedade civil. Durante o debate, importantes sugestões foram aprovadas pelo Fórum e inseridas na minuta. Entretanto, a versão do texto da lei encaminhado pela Secretaria de Meio Ambiente desconsiderou pontos relevantes para a proteção da saúde, do ambiente, do consumidor e dos trabalhadores.  Acompanhe nossas postagens! Até o dia da audiência apresentaremos alguns dos retrocessos da nova proposta comparada à lei vigente, às sugestões inseridas no âmbito do FCCA e às principais demandas sociais.  (parte fixa para os cards) Convocamos a sociedade cearense para se organizar e se manifestar CONTRA estes perigosos retrocessos. Precisamos de uma lei que avance na proteção da população e da natureza. Fique por dentro e contribua com este debate participando da audiência pública sobre o tema no dia 07/07, às 14h30, na Assembleia Legislativa.  Assine a nossa petição: http://bit.ly/2ujxr45